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A minha vida dava uma série...

(qualquer semelhança com outras realidades, é pura coincidência!)


Segunda-feira, 04.08.14

Livros Escolares 2014/2015

E aqui estão os belos livros escolares deste ano para a M.Inês, já só falta encaderná-los.

 

 

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por Patrícia Madeira às 13:31

Segunda-feira, 16.09.13

Inicio do Ano Lectivo 2013/2014

Hoje foi o dia, tinha que ser...

Acho que nem quando a M.Inês entrou no Jardim de Infância, eu me senti assim, com o coração tão apertado.

Não acordei nervosa como na sexta-feira para ir à reunião, mas senti uma nostalgia enorme dentro de mim, alguma tristeza até, talvez porque este dia me faça pensar que o tempo anda depressa demais, e que crescemos, e porque temos que crescer.

É a vida...

Resumindo, entrei na sala de aula da escola primária com a M.Inês a meu lado, dei os bons dias à professora, que disse para a M.Inês "anda ver onde te vais sentar", dei-lhe um beijinho e vim-me embora, sem olhar para trás, sem pestanejar.
Tinha que ser assim, quanto mais rápido melhor, para não ter que pensar muito, para não sentir tanto, para não me "desmanchar"  à frente da minha princesa.

Entrei no carro e levei o Duarte para o Jardim de Infância, ele entrou na sala, foi pendurar a mochila e sentou-se em frente à TV todo contente ao lado dos seus amiguinhos (tive que ir lá despedir-me do rapaz para me vir embora).
Aguenta coração! 
 

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por Patrícia Madeira às 10:28

Sexta-feira, 13.09.13

Sexta-feira 13

Se fosse supersticiosa, até diria que a minha manhã tinha corrido de acordo com o dia em questão.

Mas como não sou, digo que teve tudo a ver com o facto de ser um dia importante, o 1º dia da M.Inês na Escola Primária (ou pelo menos, a reunião de inicio do ano lectivo).

Tremia por todos os lados, tudo me caía das mãos e tudo parecia estar a correr ao contrário do previsto, estava nervosa e ansiosa pela minha princesa, mas disfarcei a todo o instante, para não a assustar.

Tínhamos já conversado algumas vezes sobre a nova escola, a M.Inês parecia-me convencida de que ía gostar, estava entusiasmada por ir aprender a ler, para depois contar as histórias ao irmão, dizia-me ela.

O pessoal já estava pronto para sair de casa, quando dei com a M.Inês a besuntar-se com o stick de repelente para insectos, ainda pensei, será que é para afastar os novos coleguinhas? (por ser tímida)...toca a tirar com toalhitas o cheiro horrendo do repelente...
Saímos de casa, já com o portão a fechar, lembrei-me que não tinha lavado os dentes aos meus filhos, deixei o carro e lá voltamos nós a casa a correr...

Depois já no caminho, vejo um sinal a indicar obras na estrada.

Estava previsto nos meus planos deixar o Duarte na avó Celina, mas sendo assim, já não deu por causa da estrada estar cortada, tive que fazer um desvio...a meio do desvio dei com uma ambulância a bloquear-me a passagem numa rua estreita, voltei atrás e lá fui eu dar uma volta ainda maior.
Cheguei à escola faltava 1 minuto para a reunião começar (sorte), tiro o Duarte do carro e esperei que a M.Inês saísse...ela não saiu...e...não queria sair!!! (azar)
Aiiiiii, agora é que são elas! (pensei eu)
Com umas lágrimas a cairem dos olhos, disse-me que queria ir para casa, confesso que não esperava, mas mantive a calma e lá consegui "arrancá-la" (gentilmente) do carro.
Entrei na sala e a reunião começou, sentei-me com o Duarte ao colo sempre a fazer-me perguntas, e a M.Inês sentada ao meu lado a choramingar e a dizer-me constantemente que não queria ficar ali. Tentei ao máximo prestar atenção, mas dadas as circunstâncias, os meus nervos não me deixaram em paz para me concentrar.

Até que pensei "os outros miúdos estão na rua a brincar", só tinha que convencer o Duarte a parar de me rabiscar o bloco de notas que tinha levado para esse propósito (para tirar notas mesmo), e ir para a rua também, porque a irmã só ía se ele fosse.
E assim foi, tudo se resolveu num instante, o Duarte foi à frente da M.Inês, ela perdeu a vergonha e ficaram a brincar com os outros meninos no recreio, afinal até foi bom o Duarte ter vindo (pensei eu).
Pouco depois ouvi o Duarte a chamar-me, tive que sair da sala, tinha ído à casa de banho e queria que eu lhe limpasse o rabo. 

Depois disso correu tudo dentro da normalidade, muitos papeis para preencher e tal, e no final, toca a correr para o Jardim de Infância para a reunião do Duarte.
Aí já ficaram os dois muito bem a brincarem no recreio, todos contentes em reverem alguns dos coleguinhas e a conhecerem outros mais pequenos. Apanhei a reunião já a meio, mas enfim.
E foi assim a nossa manhã, no final de contas, até correu bem, para uma sexta-feira 13.
 

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por Patrícia Madeira às 13:18

Sexta-feira, 28.09.12

Quando não se tem o que fazer...

...Inventa-se!

Vou revelar uma das coisas que andei a fazer, não devia, se calhar fica-me mal, mas enfim, acho que os meus filhos devem saber um dia mais tarde que a mãe chegou a costurar por eles. Sim, sim, a costurar! Algo impensável, porque nunca tive jeito para isso, nunca me dei ao trabalho e porque não gosto nada. Já a minha mãe nunca foi chegada à costura, deve ser hereditário...

A roupa que os meus filhos levam para a escola é normalmente a mais prática, e aquela que está bem velhinha e usada, a meu ver, é a melhor opção, visto que lá não andam propriamente a desfilar na passerelle, pelo contrário, andam a gatinhar e a rastejar pelo chão.

Com a mudança do tempo, precisava de umas calças de fato de treino para o Duarte levar para a escola, que não fossem novas, e como ainda não faz muito frio, também não podiam ser muito quentes. Tinha estas guardadas no armário, que já tinham sido da M.Inês, mas estavam rotas...então o que é que eu pensei? Vou arranjá-las! Podia ter levado à costureira e pedir-lhe que fizesse um remendo, mas precisava delas para ontem...e ainda se fossem umas calças novas teria mais valido a pena...

Procurei então pela casa qualquer coisa para tapar os buracos, e tive a ideia (não muito genial, mas desenrascada) de cortar o desenho de umas collants velhas e sem utilidade que tinham sido da M.Inês, e que o Duarte também chegou a usar (eu uso e abuso da roupa até não dar mesmo mais para usar). Remendei aquilo, não foi tarefa muito fácil (já percebi para que serve o dedal), demorei mais do que eu imaginava, mas tempo também é o que não me falta. O resultado não foi perfeito, não ficou muito giro, pode até ter ficado um bocado para o foleiro, mas o que importa é que as calças ficaram sem os buracos, e servem perfeitamente para a escola.

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por Patrícia Madeira às 10:57



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